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A CENTOGENE anuncia colaboração estratégica com a Sarepta Therapeutics.

28 de fevereiro de 2019

A CENTOGENE anunciou hoje uma colaboração estratégica de 12 meses com Sarepta Therapeutics, Inc. (NASDAQ:SRPT) para a identificação de pacientes com distrofia muscular de Duchenne (DMD) na região do Oriente Médio e Norte da África.

A CENTOGENE realizará testes de diagnóstico molecular completos utilizando análise de deleção/duplicação e sequenciamento completo do gene DMD em pacientes com resultado negativo no teste MLPA. Nos termos do acordo com a Sarepta, a CENTOGENE também fornecerá serviços de diagnóstico a médicos que tratam pacientes com sintomas relacionados à DMD. Os médicos podem enviar uma amostra do paciente por meio do CentoCard® – o kit de coleta de sangue seco patenteado e validado da CENTOGENE – utilizando uma pequena quantidade de sangue.

“Nossa colaboração com a Sarepta Therapeutics demonstra ainda mais o compromisso da CENTOGENE em acelerar o desenvolvimento de novos medicamentos órfãos, utilizando nosso conhecimento do mercado global de doenças raras – em particular, nossa experiência na identificação de pacientes com DMD”, comentou o Dr. Arndt Rolfs, CEO e fundador da CENTOGENE. “Hoje, enquanto o mundo reconhece o Dia Mundial das Doenças Raras e os enormes desafios que as pessoas que vivem com uma doença rara enfrentam diariamente, permanecemos dedicados a transformar a ciência da informação genética em soluções e a criar esperança para pacientes com doenças raras e suas famílias.”

“O objetivo da Sarepta é proporcionar uma vida melhor a todos os indivíduos elegíveis com DMD em todo o mundo, e fazer isso com a maior rapidez possível. O acordo firmado hoje com a CENTOGENE é um passo importante para alcançar esse objetivo”, afirmou Doug Ingram, presidente e diretor executivo da Sarepta.

A distrofia muscular de Duchenne (DMD) é uma doença genética que afeta aproximadamente 1 em cada 3.500 a 5.000 meninos recém-nascidos. A doença causa fraqueza progressiva e atrofia muscular, e é causada pela falta de distrofina, uma proteína essencial que ajuda a manter as células musculares intactas. A fraqueza muscular torna-se cada vez mais perceptível entre os 3 e 5 anos de idade, e a maioria dos pacientes passa a usar cadeira de rodas aos 13 anos, após perder a capacidade de andar. Durante a adolescência, a deterioração dos músculos cardíacos e respiratórios leva a complicações graves e potencialmente fatais.